No fiasco da virtude,
No fiasco da dignidade, meu indulto a persistência
É derrocada esportividade,
Dois alegóricos cartazes, meu e seu,
Dos infiéis verdadeiros, eu mais do seu
Findos da inverdade de um solitário adeus
Deixado pra fora da casa em que viveu...
E eis que a tua lembrança me advinha,
A saber do que se importunara fatídica...
Fatigando ao que insólito vazio se mantinha...
Ora, pois, que o teu fantasma sorrateiro fez que viesse e em súbita menção de afeto
Suplicar o meio inapto de não trair ao abrupto
Deste incorrupto, flagelado, atordoado sentimento de amor...
Fez, como tudo que tinha, ordinariamente, bem feito
E imprevisível como tal, em desalento, me sabias
Por vezes mais, jamais teria e ainda assim
E não menos que este dia,
Que por inexatas cordilheiras me esvaia...
Eu, cortesia!
O permitia, não! E o deixaria coser por entre teares sua armadilha
Em meu coração a fio...
No fiasco do semblante...


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