sexta-feira, 19 de novembro de 2010

No fiasco da virtude,

No fiasco da dignidade, meu indulto a persistência

É derrocada esportividade,

Dois alegóricos cartazes, meu e seu,

Dos infiéis verdadeiros, eu mais do seu

Findos da inverdade de um solitário adeus

Deixado pra fora da casa em que viveu...

E eis que a tua lembrança me advinha,

A saber do que se importunara fatídica...

Fatigando ao que insólito vazio se mantinha...

Ora, pois, que o teu fantasma sorrateiro fez que viesse e em súbita menção de afeto

Suplicar o meio inapto de não trair ao abrupto

Deste incorrupto, flagelado, atordoado sentimento de amor...

Fez, como tudo que tinha, ordinariamente, bem feito

E imprevisível como tal, em desalento, me sabias

Por vezes mais, jamais teria e ainda assim

E não menos que este dia,

Que por inexatas cordilheiras me esvaia...

Eu, cortesia!

O permitia, não! E o deixaria coser por entre teares sua armadilha

Em meu coração a fio...

No fiasco do semblante...



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