
Tecerei alma nestes recortes
Enveredarei Irlandas ao teu sonhar
bailarei até o quarto dia as fagulhas do teu carnaval
ao quintal, de teu incômodo lembrar
mas, olha, se também o fizeres... Esqueça-te de não pisar sobre o tecido meu
Apanhá-lo-ei ao amanhecer
E folie saudades e confetes,
Em teu rosto extenuado e lágrimas...
Os cabelos embebidos ao suor
e fome,
fome de amor e poesia...
E tão, quando então, a meia lua
O plano real atirar-te afora clareira,
lembra-te:
Acesa ficaste a chama que esqueceste de assoprar
e queimando o coração, quando fizeste-o exilar...

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