quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Desejo
Pitorescas folhagens assoalham a entrada
na escada, há poeira, há muito de mim ali
eu estou aqui olhando para você
sem necessariamente você estar presente...
Eu só te digo uma coisa
Não olhe o passado, não curta diferenças
elas já são parte da distância que nos acerca agora
e eu, em tudo, tudo o que faço
não poderia abandonar
o cheiro bom de tudo o que mofou por aqui
mas também me retrospecta a tudo novo de volta
eu sinto isso e sei que você mereceria sentir também...
E ouvir a música que agora toca pra mim, aonde danço
entusiasticamente canto, delirantemente eu consigo ser eu mesma em toda parte.
Perdõe, pise na grama, tire os sapatos, afrouxe o paletó...
cante comigo
Eu sei que muito nos causou dor
mas sei o quanto estamos vendidos e rifados agora, chega de correr
Eu quero agora é que você me abrace como uma amiga,
e sinta meus passos comedidos acompanharem os teus...
Eu sinto tudo isto pensando em você...
E aonde quer que você esteja, sinta isto e siga feliz...
De repente a poeira me toca a face úmida
entra na minha saliva... e o que eu sinto....
sabor de tudo gostoso que vivemos...
Valeu por nós! A dança ainda irá permanecer,
enquanto música houver...
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Quando alagamos a vida alheia com as nossas perspectivas,
machucam-se os que caminham tênues ào ponto previsto.
Quem se remete a cena da chegada. não quem espera que ela aconteça.
Existem pontos comuns entre o meio e o fim
o fim está onde o meio não termina, a noção de tempo e espaço se desprende da alma
e o círculo se instaura até que não haja mais fim.
É tudo uma imprecisão de colocações.
palavras trincadas, rabiscos derramados
O pavor de que passe tanto tempo e que as manchas não se vão com ele
e tudo então, se torne uma terna pintura de natal.
Olhar nos olhos convergentes é uma confusa profusão de medos
as fases vão se abrindo e aos poucos se esquece de onde começou
o erro é potencializar um acerto não sendo ele o máximo
de onde se alcança
mas que ele se lhe acredite o quão duro será, acima dele...
machucam-se os que caminham tênues ào ponto previsto.
Quem se remete a cena da chegada. não quem espera que ela aconteça.
Existem pontos comuns entre o meio e o fim
o fim está onde o meio não termina, a noção de tempo e espaço se desprende da alma
e o círculo se instaura até que não haja mais fim.
É tudo uma imprecisão de colocações.
palavras trincadas, rabiscos derramados
O pavor de que passe tanto tempo e que as manchas não se vão com ele
e tudo então, se torne uma terna pintura de natal.
Olhar nos olhos convergentes é uma confusa profusão de medos
as fases vão se abrindo e aos poucos se esquece de onde começou
o erro é potencializar um acerto não sendo ele o máximo
de onde se alcança
mas que ele se lhe acredite o quão duro será, acima dele...
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Afagos
Eu vou parar, desculpe mas não tenho mais fôlego
e sinceramente minhas lágrimas já secaram...
Deixa-me ir, mas não esqueça de me guiar o caminho,
porque há muito já não sei me guiar com as próprias pernas
Será que eu levarei tanto tempo pra descobrir quem eu sou,
que ninguém mais vai lembrar de me ver
Eu tenho que ir a luta
é o que eu mais tenho sabido
mas eu acho que tem uma coisa estranha dentro de mim
me puxando pra trás
Então, quem eu realmente vou ver
quando a cara no espelho for real e não fantasias e coisas que eu fui
e deixei pra trás
Eu queria ser ainda um sonho na sua imaginação, algo que, tão real, lhe doesse,
Eu queria estar sentada num banquinho do seu pensamento, esperando apenas a hora de entrar em cena
ao seu lado...
Então, será que dá pra consertar
e será que um dia teremos coragem de nos invadirmos por inteiro e não ficarmos apenas espiando
de alguma forma, coisas pra imaginarmos como seria se estivessemos lá
E mesmo se até lá, o que tenhamos realmente seja a sensação de vazio e de distância
entre nós
e será que eu levarei tanto tempo pra descobrir quem eu sou
pra você ainda se lembrar de mim?
Eu tenho perdido tantos sonhos,
tenho me afastado tanto de tudo que me devolve a vida
Tenho amarrado a mim mesma à ferros-velhos e cruzes, sob o sentido de subserviência,
deixando a folga só pra respirar...
Mas está ficando difícil
e amanhã, a perda pode ser muito pior...
Eu tenho que sair dessa velha prisão
é o que eu mais tenho sentido
mas eu sinto uma coisa lutando pra que eu fique morando dentro de mim sem relutar...
Levarei eu tanto tempo pra me descobrir que serei feita apenas de imaginações
e eu encontrarei comigo mesma a tempo de te encontrar?
Eu quero esta primeira força,
sem marcar os próximos passos, só um de cada vez
quero arrancar de mim meu próximo suspiro de cansaço
e me sentir salva desta vez
Sentir a salvação e a paixão denovo é tudo o que eu tenho que resgatar...
e sinceramente minhas lágrimas já secaram...
Deixa-me ir, mas não esqueça de me guiar o caminho,
porque há muito já não sei me guiar com as próprias pernas
Será que eu levarei tanto tempo pra descobrir quem eu sou,
que ninguém mais vai lembrar de me ver
Eu tenho que ir a luta
é o que eu mais tenho sabido
mas eu acho que tem uma coisa estranha dentro de mim
me puxando pra trás
Então, quem eu realmente vou ver
quando a cara no espelho for real e não fantasias e coisas que eu fui
e deixei pra trás
Eu queria ser ainda um sonho na sua imaginação, algo que, tão real, lhe doesse,
Eu queria estar sentada num banquinho do seu pensamento, esperando apenas a hora de entrar em cena
ao seu lado...
Então, será que dá pra consertar
e será que um dia teremos coragem de nos invadirmos por inteiro e não ficarmos apenas espiando
de alguma forma, coisas pra imaginarmos como seria se estivessemos lá
E mesmo se até lá, o que tenhamos realmente seja a sensação de vazio e de distância
entre nós
e será que eu levarei tanto tempo pra descobrir quem eu sou
pra você ainda se lembrar de mim?
Eu tenho perdido tantos sonhos,
tenho me afastado tanto de tudo que me devolve a vida
Tenho amarrado a mim mesma à ferros-velhos e cruzes, sob o sentido de subserviência,
deixando a folga só pra respirar...
Mas está ficando difícil
e amanhã, a perda pode ser muito pior...
Eu tenho que sair dessa velha prisão
é o que eu mais tenho sentido
mas eu sinto uma coisa lutando pra que eu fique morando dentro de mim sem relutar...
Levarei eu tanto tempo pra me descobrir que serei feita apenas de imaginações
e eu encontrarei comigo mesma a tempo de te encontrar?
Eu quero esta primeira força,
sem marcar os próximos passos, só um de cada vez
quero arrancar de mim meu próximo suspiro de cansaço
e me sentir salva desta vez
Sentir a salvação e a paixão denovo é tudo o que eu tenho que resgatar...
sábado, 7 de maio de 2011
Minhas mágoas
Se eu pudesse ouvir a minha voz
No meio a toda esta multidão
Se eu pudesse gritar
Eu queria ouvir de dentro do meu peito
As mágoas que ele tem a bradar
Comigo
Eu queria, se pudesse
Ser humana, pois me sinto cada dia menos normal e consolável
E neste cenário emprestado que me fora
No meio disto tudo
Canto minha desilusão...
É vasto que é meio, o que é quarto, o que é quintal
E o meu jardim está devastado
Há pestes por todos os cantos
Eu queria poder plantar algo ali,
Mas ali, nem onde quer que eu tenha já estado
É o lugar pra eu colher, que me há de ser, de acolher, do meu agrado...
Eu me sinto ingrata, mas é isto que sou
E se sou eu dentro do espelho
Tentando de si arrancar alguma beleza
Eu quero ser então, de volta
Eu quero ser recomeçar
Eu quero ser o não poder mais esperar
Eu quero a pressa da chegada
Eu quero ser dentro de mim, outra vez...
No meio a toda esta multidão
Se eu pudesse gritar
Eu queria ouvir de dentro do meu peito
As mágoas que ele tem a bradar
Comigo
Eu queria, se pudesse
Ser humana, pois me sinto cada dia menos normal e consolável
E neste cenário emprestado que me fora
No meio disto tudo
Canto minha desilusão...
É vasto que é meio, o que é quarto, o que é quintal
E o meu jardim está devastado
Há pestes por todos os cantos
Eu queria poder plantar algo ali,
Mas ali, nem onde quer que eu tenha já estado
É o lugar pra eu colher, que me há de ser, de acolher, do meu agrado...
Eu me sinto ingrata, mas é isto que sou
E se sou eu dentro do espelho
Tentando de si arrancar alguma beleza
Eu quero ser então, de volta
Eu quero ser recomeçar
Eu quero ser o não poder mais esperar
Eu quero a pressa da chegada
Eu quero ser dentro de mim, outra vez...
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Pedra
A tristeza não é um presente cujo fecho represente
A poesia de um amor não identificado
A poesia não é, mesmo que tristeza
A dor de um fim ainda nem multiplicado
É mais, maior e intensamente superior
A todos os seus predicados e subjetivos ditos
E menor que toda tristeza ilhada
Ainda que os teus presságios não sejam para minha morte
Eis que minha vida pede a tua
Para vingar
Todo meu amor te dou, todo meu amor, te daria
Dar-te-ia-no todo... Todo ele como uma brisa sem você sentir e já a haveria respirado e sentido
Acredito que a semente que plantamos não se perdeu e não apodreceu
E mesmo constantes intempéries dissonantes
Eu acho que o meu amor nasceu
E nasceu em algum lugar em que o dia não o encontrou
Eu te espero na lembrança, a tristeza é minha sina... O desespero, talvez minha pena
E se valer, a pena ou não
Como saber... Eu sei...
Porque se tudo fosse como temíamos, a vida se faria ali
Mas o negócio é que tem sempre a surpresa
E tristeza
E a vida é assim
E eu sei que
Ainda que nunca nos encontremos
Ou que eu nem saiba quem é você
O fato é que a vida vai sempre se encarregar e este caso
Não poderia ser diferente
Eu simplesmente
Ainda pensar em você...
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Parabólica
Ela pára
E fica ali parada
Olha-se para nada
(paraná)
Fica parecida
(paraguaia)
Pára-raios em dia de sol
Para mim
Prenda minha parabólica
Princesinha parabólica
O pecado mora ao lado
E o paraíso... paira no ar
... pecados no paraíso ...
Se a tv estiver fora do ar
Quando passarem
Os melhores momentos da sua vida
Pela janela alguém estará
De olho em você
Completamente paranóico
Prenda minha parabólica
Princesinha clarabólica
Paralelas que se cruzam
Em belém do pará
Longe, longe, longe (aqui do lado)
(paradoxo: nada nos separa)
Eu paro
E fico aqui parado
Olho-me para longe
A distância não separabólica
E fica ali parada
Olha-se para nada
(paraná)
Fica parecida
(paraguaia)
Pára-raios em dia de sol
Para mim
Prenda minha parabólica
Princesinha parabólica
O pecado mora ao lado
E o paraíso... paira no ar
... pecados no paraíso ...
Se a tv estiver fora do ar
Quando passarem
Os melhores momentos da sua vida
Pela janela alguém estará
De olho em você
Completamente paranóico
Prenda minha parabólica
Princesinha clarabólica
Paralelas que se cruzam
Em belém do pará
Longe, longe, longe (aqui do lado)
(paradoxo: nada nos separa)
Eu paro
E fico aqui parado
Olho-me para longe
A distância não separabólica
Eu quero ser pra você...
Eu quero ser pra você
A alegria de uma chegada
Clarão trazendo o dia
Iluminando a sacada
Eu quero ser pra você
A confiança, o que te faz
Te faz sonhar todo dia
Sabendo que pode mais
Eu quero ser ao teu lado
Encontro inesperado
O arrepio de um beijo bom
Eu quero ser sua paz a melodia capaz
De fazer você dançar
Eu quero ser pra você
A lua iluminando o sol
Quero acordar todo dia
Pra te fazer todo o meu amor
Eu quero ser pra você
Braços abertos a te envolver
Composição: Paula Fernandes & Zezé de Camargo
E a cada novo sorriso teu
Serei feliz por amar você
Se eu vivo pra você
Se eu canto pra você
Pra você...
Composição: Paula Fernandes & Zezé de Camargo
sábado, 2 de abril de 2011
Que ficaste olhando, quando teus olhos escorreram?Que duraste imaginando o quanto valia o teu lembrar?
Horas imaginei, pois, não os vi regressar
E agora imagino flores sobre a mesa deste mesmo olhar...
Serás parte nobre de uma trama esdrúxula ou o mesmo velho poema de poeira?
Serás as mesmas coisas de sempre ou me terás compreendido e até um dia, perdoado?
Eis, que fui banal e covarde, temo a mesma cordilheira que dantes...
e nesta inóspita verdade, digo eu, fui e temo por saudade
Que incoerência barulhenta é o amor...
Se o aquietas, perdura, se o sentes, seu próprio cheiro o leva embora como um desalinho
enquanto este se levanta e volta a bailar sobre a lama
e se deleita por sobre tudo aquilo que o fazias crer...
Se o bem é findo, não importa o quanto você se sente, você é aquilo que cala
não são as frases eternas que pronunciaste por amor ou por pura pólvora
mas as cálidas virtudes que se o fizeram calar, mentir, duvidar, partir
depois que o fim já é dito, a sentença final é cumprida ao desespero regido por singela mágoa
ou estridulosa cavidade do destino...
e tudo se vai, tudo se vai...
domingo, 27 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Recortes

Tecerei alma nestes recortes
Enveredarei Irlandas ao teu sonhar
bailarei até o quarto dia as fagulhas do teu carnaval
ao quintal, de teu incômodo lembrar
mas, olha, se também o fizeres... Esqueça-te de não pisar sobre o tecido meu
Apanhá-lo-ei ao amanhecer
E folie saudades e confetes,
Em teu rosto extenuado e lágrimas...
Os cabelos embebidos ao suor
e fome,
fome de amor e poesia...
E tão, quando então, a meia lua
O plano real atirar-te afora clareira,
lembra-te:
Acesa ficaste a chama que esqueceste de assoprar
e queimando o coração, quando fizeste-o exilar...
Olhares desaprendidos
Se você quer dormir, boa noite!
Que os anjos venham-lhe com terno sonhar
E eu desejo a você
muitas maneiras de se resolver
Sem mais reconsiderações ao que ficou para trás
Eu lhe desejo a liberdade dos sonhos e da realidade
que você merecer
E uma música para se recordar de mim,
mesmo que nunca você a traduza porque nunca se há de importar
Já que eu não fui muito...
e mesmo assim eu tive planos,
sonhos
E também de liberdade, eles, e tamanha...
Eu, não como um ser despedaçado
Desejo a você a rosa sem nenhum espinho
E mesmo que você julgue a alguém, merecê-la,
muito além do que eu possa imaginar
Que os meus sonhos eram grandiosos demais e não caberam na bagagem
Sem carruagem, arrumei a minha troxa
Muito mais simples do que uma mulher enfraquecida
Apenas uma pessoa implorando pelo amor, que a encontre...
Não apenas um coração partido,
Na verdade eu sou o verdadeiro animal que uiva e apela ao seu carcereiro por sentir dor
Não só um animal machucado, eu sou a dor que não quer pernecer
E quantos estranhos sentimentos eu tive de aprender
pela manhã, sufocá-los num baú que não os transbordasse
Se eu fui ruim, peço perdão
Quanto desejo encontrar meu espaço, que é o que ficou, no lugar de tudo o que já não existe mais.
Que os anjos venham-lhe com terno sonhar
E eu desejo a você
muitas maneiras de se resolver
Sem mais reconsiderações ao que ficou para trás
Eu lhe desejo a liberdade dos sonhos e da realidade
que você merecer
E uma música para se recordar de mim,
mesmo que nunca você a traduza porque nunca se há de importar
Já que eu não fui muito...
e mesmo assim eu tive planos,
sonhos
E também de liberdade, eles, e tamanha...
Eu, não como um ser despedaçado
Desejo a você a rosa sem nenhum espinho
E mesmo que você julgue a alguém, merecê-la,
muito além do que eu possa imaginar
Que os meus sonhos eram grandiosos demais e não caberam na bagagem
Sem carruagem, arrumei a minha troxa
Muito mais simples do que uma mulher enfraquecida
Apenas uma pessoa implorando pelo amor, que a encontre...
Não apenas um coração partido,
Na verdade eu sou o verdadeiro animal que uiva e apela ao seu carcereiro por sentir dor
Não só um animal machucado, eu sou a dor que não quer pernecer
E quantos estranhos sentimentos eu tive de aprender
pela manhã, sufocá-los num baú que não os transbordasse
Se eu fui ruim, peço perdão
Quanto desejo encontrar meu espaço, que é o que ficou, no lugar de tudo o que já não existe mais.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Deus,
Cura meu espírito.
Dai-me serenidade para suportar meus desafios; sutileza pra mover minhas palavras...
Dai-me força para suprir meu desejo de não ir adiante quando eu pensar em desistir e abraça-me forte, pois eu preciso de ti...
Meu Deus... Fica ao meu lado e ensina-me a calar quando for necessário, a orar quando me faltarem palavras e a conduzir com cuidado o meu coração e minha vida. Amém.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Infelizmente eu gostaria de respeitar a sinalização, mas não posso. Eu gostaria de ter o que dizer, mas eu não tenho... o
Eu e as únicas pessoas que estão comigo não moram aqui...
Esse quarto não é o meu e sinceramente, eu já nem penso mais no que dizer...
Imagino ser você e não sou\feliz, mais por mim...
Eu entendo e te perdoo, mas nunca me perdoe por não ter lutado, eu poderia ser muito mais...
Sabe, naquelas fotos lindas, eu ainda procuro por ela...
Ela tinha cheiro de inspiração, amor de conspiração e ímpeto de covardia, porque era o que simplesmente, era...
Ela e eu somos iguais, só não sabemos no que nos distoarímos uma da outra...
Eu sinceramente, temo que ela tenha partido e me deixado aqui, sem alma...
Certos pontos nunca serão compreendidos... Eu estarei aqui até a última peça se perder...
Eu já falei que faria de tudo, o que eu não fiz... e não ousaria fazer e repetir nada que falei, foi só exaltação... no fundo, sabe aquelas marolas que ficam pra lá da canela...
E se eu não acredito, eu sou a matéria, eu não tenho estudo, estatuto, estupendo, escolpeta, escolta armada, Só uma arma...
Me perdoe se em vinte minutos, depois disto e me transformo em um nada... Se encontrá-la, de qualquer lembrança do passado ou souber qual é sua rota de fuga, seu prelúdio, sem parada, ela não irá voltar, e de alguma forma me encontrarás, eu só não sei para onde vou, mas isto não tem mais importância...
Eu, você, minha sepultura, minha alma, me preencha e eu hei de explicar-lhe como, em milhas e milhas, aqui nesta cela de prisão estivemos encarceradas por tanto tempo...
E você suba as escadas e lá estarei lembrando, cor preferida, preto é meu quasar e minha peça mais bonita... Guarde-te, eu farei com que o amor seja mantido...
Eu e as únicas pessoas que estão comigo não moram aqui...
Esse quarto não é o meu e sinceramente, eu já nem penso mais no que dizer...
Imagino ser você e não sou\feliz, mais por mim...
Eu entendo e te perdoo, mas nunca me perdoe por não ter lutado, eu poderia ser muito mais...
Sabe, naquelas fotos lindas, eu ainda procuro por ela...
Ela tinha cheiro de inspiração, amor de conspiração e ímpeto de covardia, porque era o que simplesmente, era...
Ela e eu somos iguais, só não sabemos no que nos distoarímos uma da outra...
Eu sinceramente, temo que ela tenha partido e me deixado aqui, sem alma...
Certos pontos nunca serão compreendidos... Eu estarei aqui até a última peça se perder...
Eu já falei que faria de tudo, o que eu não fiz... e não ousaria fazer e repetir nada que falei, foi só exaltação... no fundo, sabe aquelas marolas que ficam pra lá da canela...
E se eu não acredito, eu sou a matéria, eu não tenho estudo, estatuto, estupendo, escolpeta, escolta armada, Só uma arma...
Me perdoe se em vinte minutos, depois disto e me transformo em um nada... Se encontrá-la, de qualquer lembrança do passado ou souber qual é sua rota de fuga, seu prelúdio, sem parada, ela não irá voltar, e de alguma forma me encontrarás, eu só não sei para onde vou, mas isto não tem mais importância...
Eu, você, minha sepultura, minha alma, me preencha e eu hei de explicar-lhe como, em milhas e milhas, aqui nesta cela de prisão estivemos encarceradas por tanto tempo...
E você suba as escadas e lá estarei lembrando, cor preferida, preto é meu quasar e minha peça mais bonita... Guarde-te, eu farei com que o amor seja mantido...
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
"Eu desejo-lhe pássaros na primavera
Para dar ao teu coração uma canção pra cantar
E então um beijo mas mais do que isto
Desejo-lhe amor...
E em julho, uma limonada...
Para refrescar-te em alguma grande clareira
Desejo-lhe saúde,
Mas mais que riqueza
Desejo-lhe amor...
Meu coração quebrado e eu concordamos
Que eu e você jamais podería ter sido
Então com o meu melhor...
meu verdadeiro melhor
Eu te liberto...
Eu desejo-lhe abrigo da tempestade
Uma gostosa fogueira para mantê-lo aquecido...
Mas, sobretudo, quando a neve cair
Desejo-lhe amor
mas, sobretudo, quando a neve cair
I wish you love...."
Rachel Yamagata - Tema do filme Terapia do Amor
Assinar:
Comentários (Atom)










